segunda-feira, 12 de maio de 2008


Olha aí. Quem diria!



Meu desespero é tamanho

Que ultrapassa as barreiras da sanidade

O sentimento dilacera o coração

E a amargura costura-o com fios de lágrima!

Cada gesto agora faz sentido

A perversidade está escancarada no olhar

Sem ter pra onde correr, enfrento-te.

Vítima do meu próprio desejo de ser!

A pureza do teu amor provou-se letal.

A essência da tua amizade tornou-se vã

No escuro de tua alma procurei a luz

Inocência, Prepotência?

O limite da mente não me põe certeza

Da realidade sutil que vivi com você

Sofrer é apenas um estágio

Mas vou sair dessa, você vai ver!



Ass: Ana Paula Alves