
Nem ripas, nem pipas
Ouvi os gritos, calado.
Sem saber pra que direção olhar
Vinham de todos os lados
Passando pelas paredes de pedra.
Não tive a força de seguir em frente,
E ver o que estava acontecendo.
Não tive a coragem de reagir
E permaneci ali, calado.
Quando tudo acabou
Todos se foram e ninguém me viu
Começava ali o meu martírio
Terminava ali meu sossego.
Agora sonho com rostos
Que eu apenas imaginava.
Sonho com os fortes
Que eu tanto temia
Não me restou muita opção
Mas a que eu escolhi não foi a melhor
Vivo como se nada tivesse acontecido
Até tentar adormecer, até me encontrar com eles!
Mulheres, crianças, velhos e amigos.
Perdidos ... achados!
Era tarde demais para fazer alguma coisa
Continua sendo tarde, e eu sem fazer nada!
Acho que não quero mais escrever
Nem disso sou digno
Quantos eu vi morrer
Para que minhas mãos escrevessem?
Não sei,
Não sei.
Ouvi os gritos, calado.
Sem saber pra que direção olhar
Vinham de todos os lados
Passando pelas paredes de pedra.
Não tive a força de seguir em frente,
E ver o que estava acontecendo.
Não tive a coragem de reagir
E permaneci ali, calado.
Quando tudo acabou
Todos se foram e ninguém me viu
Começava ali o meu martírio
Terminava ali meu sossego.
Agora sonho com rostos
Que eu apenas imaginava.
Sonho com os fortes
Que eu tanto temia
Não me restou muita opção
Mas a que eu escolhi não foi a melhor
Vivo como se nada tivesse acontecido
Até tentar adormecer, até me encontrar com eles!
Mulheres, crianças, velhos e amigos.
Perdidos ... achados!
Era tarde demais para fazer alguma coisa
Continua sendo tarde, e eu sem fazer nada!
Acho que não quero mais escrever
Nem disso sou digno
Quantos eu vi morrer
Para que minhas mãos escrevessem?
Não sei,
Não sei.

Um comentário:
Nossa!
Que profundo?
Issoe fruto da sua última sessão de cinema?
Se for, quero você diariamente em pelo menos mais uma sessão e certo estarei que sou amigo da mais nova promessa no ramo da poesia!
adoroooooooo!!!!
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